Conheça 4 fotógrafos de sucesso nos bancos de imagens

Tempo de leitura: 4 minutos

Muitos fotógrafos no começo da carreira podem se sentir desmotivados pelas exigências que o sucesso nos bancos de imagens requer.

Por isso, hoje escolhi falar sobre 4 fotógrafos profissionais que enriqueceram graças a bancos de imagens. Mais especificamente, com o Alamy. Todos eles lucraram mais de 100 mil dólares com as vendas.

Espero que esses sejam casos de sucesso inspiradores para todos os fotógrafos que acompanham o blog do FotoAlma.

1- Dennis Frates

Aos 14 anos, após extensos meses de economia, Dennis comprou sua primeira câmera. Na época, fotografou aquilo que encontrou ao seu redor. Especialmente a natureza.

Decepcionado com os resultados, abandonou a fotografia por alguns anos. Só depois de grande é que seu entusiasmo pela oitava arte retornou, como consequência de seus estudos voltados para ecologia.

Entretanto, seguiu sua carreira sem investir nas fotos. Mais tarde, aos 25 anos, enquanto pescava no Rio Madison, Frates viveu o que ele mesmo chamou de “comunicação divina”.

Durante seu passeio decidiu com firmeza: quando chegar em casa, passarei a fotografar profissionalmente e seguirei esta carreira. Daí em diante sua obstinação pelo sucesso na fotografia só cresceu.

Tornou-se um dos fotógrafos profissionais de maior renome ao fotografar para a National Geographic.

No que diz respeito ao seu sucesso no negócio, Dennis nos deu duas dicas valiosas:

I- A importância de dar palavras chave adequadas para as imagens.

II- A paciência que o banco de imagens requer. Já que, de acordo com ele, com o passar dos anos, as imagens vendiam cada vez mais e melhor. O que também nos remete ao avanço das habilidades técnicas.

Site de Dennis Frates.

2- Kathy deWitt

Assim como Dennis, Kathy deWitt não começou sua carreira profissional como fotógrafa. Ela saiu do Canadá para estudar na Califórnia em torno dos anos 60.

Somente em 1998 é que surge o seu interesse pela fotografia, proveniente de um curso fotográfico que fez na Universidade de Wales, em Newport.  

No entanto, em 1970, quando esteve em Londres, sentiu-se muito atraída pelo chamado “back to land movement”. Termo que abrange uma série de movimentos que consistem no interesse pela vida no campo. Um sentimento bucólico que acometeu diversos grupos sociais em diferentes lugares do mundo e épocas históricas.

Kathy deWitt atualmente vive em uma área rural de Wales. Sem o intenso fluxo dos centros urbanos, a fotógrafa afirma viver trabalhando em suas fotos. Ocasionalmente viaja para Londres, Berlim ou Los Angeles, a fim de registrar também um pouco do mundo urbano.

De acordo com ela, suas coleções são ecléticas e surgem de estudos e observações sobre eventos sociais. Ela também afirma que “simplesmente coleta retratos aleatórios enquanto vive sua rotina normalmente.”

Sobre seu trabalho com banco de imagens, a fotógrafa afirma que tem encontrado grande liberdade para trabalhar onde e como quiser. Ela acredita que seu sucesso é resultado de tenacidade, uploads praticamente diários e total imersão no trabalho.

Alguns de seus retratos já tem quarenta anos de idade e ainda vendem bastante.

3- Jeff Morgan

Um dos fotógrafos profissionais escolhidos para o artigo de hoje, Jeff Morgan trabalha com o Alamy desde 2003.

Eis uma informação estimulante: Morgan vendeu 400 mil dólares em fotos para o banco de imagens. Ele trabalhou para o The Guardian ao longo de 20 anos, e desde 2003 vem postando seu acervo no Alamy.

Ele ainda fotografa eventos de seu interesse, gerando mais fotos para o seu acervo.

A dica de Jeff Morgan para os fotógrafos é que sejam organizados com os uploads, que tenham uma estratégia e que incluam retratos de pessoas em seus portfólios. E, por fim, ele recomenda que sejam pacientes!

4- Alex Segre

Assim como Kathy deWitt, Alex Segre também concluiu o curso fotográfico na universidade de Wales, em Newport, nos anos 90.

Ele é um dos grandes e importantes fotógrafos profissionais desde então, tendo suas imagens publicadas em livros, revistas, jornais, etc.

Segre acredita que as grandes vantagens de trabalhar com bancos de imagens são os processos diretos para submeter as imagens, bem como as vendas consistentes que podem ser realizadas.

A dica do último dos fotógrafos profissionais mencionados no artigo de hoje é que sejam rigorosos na escolha das fotos, que escolham palavras chave que tenham demanda e que façam o tratamento das fotos com paciência.

Site de Alex Segre.

Espero que todos tenham concluído a leitura com a sensação de inspiração pairando! Vamos em busca do sucesso em nome da paixão pela fotografia.

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